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GURUPURNIMA
H.H. PUJYA SWAMI CHIDANAND
SARASWATI
SANATANA DHARMA BRASIL
Av. Cel. Lucas de Oliveira, 2884
90460-000 - Porto Alegre, RS
2004
Sumário
1. Prolegômenos
2. Bênçãos de Guru Purnima
3. A História do Guru Purnima
4. O Guru extingue nossa sede
5. Fé
6. Escolhendo um Guru
7. As qualidades de um discípulo
8. O Guru da Natureza
1.
Prolegômenos
Amados filhos e filhas, neste abençoado Guru Purnima
quero transmitir minha imensa alegria de poder estar compartilhando
com vocês o que há de mais confidencial. Sua
Santidade Swami Chidanand Saraswatiji, do Parmarth
Niketan Ashram em Rishikesh (Himalayas, India), enviou-me esta
maravilhosa carta, a qual estou passando com muito amor para
vocês.
Sinceramente, espero que todos realizem Deus neste exato momento.
Independentemente de religiões e seitas. Deus está
além de tudo que é disputas e preconceitos, então,
agora é hora de darmos nossas mãos no amor de
Deus. E eu os abraço com meu coração.
Abençoado seja o Guru, que com Sua imensa misericórdia
abre nosso olho com Seu amor divino, e nos mostra o caminho
da liberdade verdadeira.
Deste seu benquerente
e servo eterno
Swami Krisnapriyananda
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Sumário
2. Bençãos de Guru Purnima
Queridos,
Eu espero, pela graça de Deus, encontrar a todos com
amor na unidade e a melhor saúde e felicidade.
Eis o tempo divino
do ano quando celebramos o Guru Purnima, o dia no qual nós
oferecemos nossos agradecimentos, amor e devoção,
ao Guru. O Guru Gita diz que o Guru é Brahma, Vishnu,
e Shiva. De fato, o Guru é o Supremo Brahman em Si mesmo.
Mas o que é
um “guru” em termos práticos? Enquanto no
Ocidente, o termo é variado, freqüentemente tendo
uma conotação depreciativa, o seu verdadeiro significado
é puro e simples. Em sânscrito, “gu”
significa “escuridão”, e “ru”,
significa “aquele que a remove”. Então, um
“guru” é aquele que remove nossa escuridão.
É de alguém cuja mera presença emana muita
luz, muito amor, e muita divindade, que toda a escuridão
dentro de nós é alquimicamente mudada em luz.
Não há escuridão para um Guru. Sua luz
pode brilhar além, e transformar mesmo a escuridão
da escuridão. Mesmo a escuridão da meia noite,
deverá depois de um tempo, desaparecer assim que o sol
surge pela manha. Similarmente, a escuridão se perde
na divina presença de um verdadeiro Guru.
Diferente de
um pregador, ministro, rabino, padre, etc., um Guru, necessariamente,
não tem que ser uma figura religiosa; não tem
que ser uma pessoa de uma religião especifica, ou deste
ou daquele sexo, idade ou etnia. Trata-se de simplesmente de
alguém que ilumina a luz no seu caminho, se ele se tornar
iluminado na sua escuridão; ele é alguém
que irá carregar você se você se cansar;
ele será alguém que, depois de ter estado em sua
presença, você não for mais o mesmo(a).
Você irá brilhar, livre, e mais pleno de alegria.
Ele é uma luz na qual você quer abrigar-se para
sempre.
No Ocidente,
um Guru é freqüentemente definido como um “professor”.
Contudo, há uma crucial diferença entre um professor
e um Guru, enquanto que um professor pode explicar conceitos,
e dar a você alguma informação verbal, ele
não pode ir além do “reino” do qual
ele ensina. Um professor de astronomia pode dizer a vice sobre
outros planetas, mas não pode colocar você lá.
Um professor de ciência pode explicar a vida, ou sobre
o fundo do oceano, mas não pode colocar você lá.
Um professo de geologia pode explicar as propriedades do diamante
para você, mas não pode encher as tuas mãos
com as gemas preciosas. Em contraste, um Guru não apenas
lhe ensina sobre Deus, mas em particular, ele leva você
para Deus. Ele não apenas ensina sobre a paz, mas também
lhe dá paz.
Como mencionamos,
em sânscrito, a palavra “guru” significa “aquele
que remove nossa escuridão”. E esta escuridão
não é meramente nossa ignorância. Não
é simplesmente quando vamos até nosso Guru com
uma questão, perguntando para ela, e ele responde e então
nossas dúvidas são clareadas. Antes, a mera presença
do Guru na nossa vida remove toda a escuridão, toda a
ira, toda a dor, toda a confusão.
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Sumário
3.
A história do Guru Purnima
Guru Purnima é o dia em que nós prestamos reverências
ao Guru. É um dia cheio de devoção, amor
e piedade. Neste dia, o povo da Índia, e pelo mundo todo,
prestam profunda reverência tanto ao Guru pessoal como
Maharsihi Vyasa. Vyasaji
é proclamado como quem classificou ou arranjou os quatro
Vedas, e o autor dos 18 Puranas, o Mahabharata, e o Bhagvad-gita.
Tendo trazido tal imensurável arca do tesouro para o
mundo, Vyasaji é adorado como o grande Guru. Este tesouro
fez nascer o oceano de luz divina que dissipa a escuridão
da humanidade. Portanto, neste dia nós também
devemos prestar nossos profundos respeitos para Sri Vyasaji.
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Sumário
4.
O Guru extingue nossa sede
Na índia, o verão é seguido pela estação
das monções, quando os céus parecem abrir-se,
derramando lençóis de água por sobre a
terra ressecada. Após os longos, secos e quentes meses
de verão, no qual inumeráveis pessoas, animais,
e a safra pereceu, a chuva finalmente vem, extinguindo a sede
e trazendo-nos a vida. E, na índia, quando as chuvas
chegam, não são uma mera garoa. Mais do que isso,
as chuvas são aguaceiros de néctar celestial,
saturando por completo a terra seca.
Similarmente,
neste dia do Guru Purnima, nós nos encontramos morrendo
de sede pelo conhecimento, entendimento e paz, e nós
encontramos nossos corações e mentes secos devido
a ignorância, ira e escuridão, então o Guru
vem, fazendo chover sobre nossas vidas a chuva da sabedoria,
amor, luz e vida. Assim como as flores que ficaram secas amarelaram,
no calor sem fim do verão, repentinamente se erguem e
se tornam suculentas com a chegada das chuvas, assim nós,
que temos mortos a divindade, pela ignorância, dentro
de nós, nascemos imediatamente com a Sua graça
em nossas vidas.
Porém,
as monções vêm apenas uma vez por ano. O
solo é agraciado com a estação apenas uma
vez por ano, com o divino derrame das chuvas. Porém o
Guru está sempre conosco. Sua graça está
sempre chovendo sobre nós. Há apenas uma estação
de monções no mundo, mas se você permitir,
a graça do Guru dentro de suas vidas, então cada
estação será a estação do
Guru.
Além
domais, assim como o solo deve permitir a chuva penetrar profundamente
tendo em vista colher os benefícios dando o néctar
da vida, assim nós devemos nos tornar tais quais vasos
porosos dentro do qual o néctar divino do Guru possa
inundar.
A qualidade
mais importante num discípulo é a humildade, e
a rendição ao Guru. Se você estiver cheio
do seu próprio ego, então não haverá
espaço para a Graça do Guru inundar.
Há uma
história de um homem que tinha passado muitos anos no
estudo das Escrituras, mas não tinha alcançado
a elevação ou progresso espiritual, o qual ele
estava desejando. Ele ouviu que havia um mestre iluminado que
vivia nas montanhas do Himalaia. Então, ele viajou uma
grande distancia para encontrar este mestre.
Quando finalmente
ele alcançou o a caverna do Guru, nas montanhas, ele
ficou cheio e excitação de estar perto de alcançar
o que ele sempre quisera. Quando ele contemplou o mestre, ele
curvou-se diante o mestre tudo o que havia estudado, praticado
e aprendido. Ele explicou onde havia tido fixado o seu caminho
espiritual, e todos os obstáculos que encarara. O mestre
estava quieto. Quando o homem terminou de falar, ele calmamente
disse, “Deixe-nos ter um copo de chá”. “Chá?”,
exclamou o buscador. “Mas Gurudev, eu viajei semanas a
pé para encontrar o senhor. Eu gastei anos e anos na
busca de iluminação. E agora eu estou aos seus
santos pés esperando por entregar-me sua grande sabedoria,
por sobre mim. Eu não quero chá! Apenas me abençoe
com a liberação Divina”.
“Primeiro,
nós iremos ter chá”, disse o mestre calmamente,
colocando dois copos de chá. O Guru, então iniciou
a colocar o chá, de uma chaleira, em cada copo. Como
ele encheu o copo do buscador, ele olhou como o guru derramava
e derramava embora o chá alcançasse a borda do
copo. Então, o chá encheu o copo e transbordou,
fazendo com que derramasse no chão, e o Guru continuava
a derramar o chá.
“Gurudev”,
disse o homem”, “Pare! Não há mais
espaço. O senhor pode ver que o chá agora está
derramando fora no chão. Não há mais espaço
no copo”.
O Guru sorriu
e parou de derramar o chá, dizendo: “Você
está como este copo, minha criança. Assim como
um copo que está cheio não pode colocar mais chá
nele, assim você está cheio do seu próprio
ego, seu próprio aprendizado, suas próprias histórias,
suas próprias explanações, e não
há espaço para nada mais. Você não
pode segurar o que eu quero ensinar para você. Até
que você esvazie-se do seu próprio ego, das suas
idéias pré-concebidas, do seu próprio”livro”
de conhecimento, e de suas próprias explanações,
de como tudo é, etc., não haverá nenhum
ponto que possa ensinar a você. Você não
pode incluir nada certo agora. Não há mais espaço”.
E modo semelhante,
se você realmente quer que a graça do Guru derrame
por sobre você, e transforme a sua vida, você deve
primeiro esvaziar seus “vasilhames”. Apenas quando
estamos vazios de egoísmo, o guru poderá nos encher
com Sua luz Divina.
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Sumário
5.
Fé
O Guru Purnima é um dia de renovar a nossa fé,
ou Shraddha, naquele que derramou a luz por sobre nossas vidas.
É um dia de reabrir nossos corações, nossas
almas, e nossas vidas para Sua divina presença, e permitir
que Ela penetre e sature cada aspecto de nosso Ser.
Há uma
outra bela história, de um homem que queria caminhar
por sobre a água. Ele pediu para seu Guru dar-lhe um
Mantra sagrado ou um favor especial no sentido que ele pudesse
realizar o que desejava. O homem era estremamente piedoso e
devotado, e ele tinha servido o seu Guru por muitos anos. Então,
o Guru deu a ele uma folha, dobrada muitas vezes, até
que ficasse bem pequena. Ele disse para o seu discípulo:
“Dentro desta folha está uma fórmula secreta
a qual irá capacitar a você a caminhar por sobre
a água. Portanto, você não deve abri-la
porque a fórmula que está dentro é secreta”.
Então,
o homem concordou, e tomou a folha dobrada em suas mãos
e cuidadosamente iniciou a sua jornada para cruzar o rio. Ele
estava caminhando com sucesso por sobre a água quando
repentinamente surgiu-lhe curiosidade e dúvida. Qual
seria a fórmula secreta? Existiria de fato algo secreto
ali dentro? Seria o pó de uma pedra, ou algum Mantra
sagrado impresso? Aonde o seu Guru teria pego ele? Suas dúvidas
atingiram o ápice, então ele iniciou a abrir a
folha enquanto caminhava, com muito cuidado, para que não
viesse cair dentro da água. Tão logo ele abriu
a última parte da folha, para desvelar o segredo, ele
afundou de repente dentro da água e se afogou. Na realidade,
dentro da folha estava apenas escrita uma palavra “fé”.
O segredo não estava na folha ou num poder secreto de
um Mantra, que habilitara o devoto a realizar o milagre. Era
na força da fé no seu Guru, e na bênção
que seu Guru lhe dera. Assim que ele titubeou na sua fé,
sua vida perdeu-se. Este é o poder da fé.
Na ocasião
do Guru Purnima, nós costumamos ver o que realmente faz
a relação Guru-discípulo; o que faz isso
tão especial, único, tão poderoso e transformante
na vida de alguém?
A chave é
a fé. A fé pode realizar verdadeiros milagres,
e sem ela nossa vida é fútil. O Guru pode ter
um poder infinito, conhecimento e paixão sem fim, mas
apesar disso, sem a fé do discípulo, um Guru pode
fazer muito pouco por ele. Há um belo poema que diz:
Um criança traz seus brinquedos quebrados
Com lágrimas para nós os consertamos
Eu trago meus sonhos quebrados para Deus,
Porque Ele é meu amigo.
Mas, em vez que de deixá-lO em paz para trabalhar sozinho,
Eu vagueio ao redor e tento ajudar
Do meu próprio jeito.
Por fim, eu me agarro a Suas costas e choro,
“Como pode ser tão lerdo?”
“Meu filho”, Ele respondeu,
“O que Eu posso fazer? Você jamais solta”.
Esse “solta”,
é fé. Se nós nos rendermos ao Guru com
completa fé, Ele irá transformar nossas vidas.
Porém, se nós ficarmos perambulando ao redor,
e as dúvidas e acharmos que sabemos mais, etc., então
não iremos ganhar nada.
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Sumário
6.
Escolhendo um Guru
Um Guru não deve ser escolhido por acaso. A grande maiora
das pessoas dizem “simplesmente conheço”,
tão logo eles se encontram com o Guru. Este é
o jeito que deveria ser. Nosso coração deve preencher-se
de alegria com a sua presença. Todo nosso inteiro Ser
deve sentir-se como que banhado no seu calor iluminante. Nós
deveríamos saber intuitivamente que ele pode nos segurar
onde precismos. Então, nos estágios iniciais,
antes de pegar um Mantra, ou antes de oficialmente fazer alguém
nosso Guru, deve-se refletir: “Será Ele realmente
o Guru? Uma vez que tivermos esta certeza não devermos
olhar para trás. Deveremos nos oferecer para abandonamos
aos pés do Guru, e então a nossa vida torna-se
mágica.
Talvez as pessoas
hoje, principalmente no Ocidente, fiquem hesitantes se devem
seguir uma “cega obediência” ao Guru. Eles
pensam erroneamente que serão pessoas inferiores caso
se tornem obedientes ao mestre. Eles não querem sentir-se
“como escravos”. Nós escutamos isso com freqüência,
sobretudo pelas pessoas que tem suas idéias feitas sobre
o ideal ocidental de “individualidade”. Mas deveriam
realizar o fato que são escravas das suas próprias
vidas, do seu próprio ego, e vaidade. Também,
que estão vivendo na cega obediência do apelo dos
seus sentidos grosseiros e desejos mundanos. Estão cegos
na fé que suas mentes e corações crêem
que devem agir. Mas estes “falsos mestres’, levam
as pessoas para fora do caminho da verdade. Elas agem por impulsos,
por emoções, vaidade, e depois se arrependem.
Deve-se realizar
o que somos, isso é, atuando em obidiência ao mestre.
Então, que se escolha um mestre que nos conduza a luz,
não a escuridão; um mestre que nos conduza a sabedoria,
e não a ignorância; um mestre que nos deixe em
paz, no lugar de “em peças”; precisamos de
um mestre que jamais nos dê uma ordem que precisemos nos
lamentar. Deixe-se viver uma vida de obediência ao mestre
espiritual, ao invés de uma escravidão volátil
dos egos, desejos e sentidos grosseiros.
É através
dos ensinamentos do Guru, e através da Sua Graça,
que nós nos tornamos mestres das nossas mentes, pensamentos
e sentidos. Apenas então poderemos ser realmente livres.
O Guru Gita
diz-nos: “Medite com concentração da forma
do guru. Adore com devoção os pés do Guru.
Peque os ensinamentos do Guru como sagrados, perfeitos Mantras,
e recite-os diligentemente. Apenas através da graça
do Guru você irá alcançar a liberação”.
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Sumário
7.
As qualidades de um discípulo
As pessoas algumas vezes se enganam colocando tudo na responsabilidade
do Guru. Contudo, elas querer continuar a viver as suas vidas
exatamente como querem, junto com seus egoísmos, orgulho
e vícios, e querem que o Guru atue com uma varinha de
condão concedendo um instante de paz, prosperidade, e
iluminação. Mas isso não é assim.
O discípulo deve ser dedicado, comedido, fiel, e assíduo
no seu Sadhana orientado pelo Guru.
O bom discípulo:
1. Diz tudo para seu Guru e não esconde nada d´Ele;
2. Pratica os
ensinamentos do Guru com fé, disciplina e regularidade;
3. Segue as
instruções do Guru sem contra-argumentar. Perguntas,
claro, podem e devem ser feitas para clarear as dúvidas
ou confusões, tendo em vista disciplinar a mente, mas
antes de levantar qualquer questão, o discípulo
deverá pensar profundamente na própria questão,
para justificar o tempo e atenção que o Guru dará,
em vez de apenas procurar satisfazer seu próprio ego
ou desejo pessoal;
4. Continue
a cultivar e desenvolver cada dia, mantendo o compromisso, de
ser cada dia mais puro e divino e santo.
5. Prometa viver
como um exemplo belo e representativo do Guru. Assim, com verdadeiro
amor, reverencie, e adore o Guru prometendo viver a vida como
um brilhante exemplo dos Seus ensinamentos, e da pura reflexão
de uma vida Divina;
6. Seja humilde diante do Guru; aceite as palavras do Guru,
e algumas reprimendas também, com rendição
e humildade;
7. Esteja sempre
pronto para servir o Guru, em qualquer tempo do dia, do dia
da semana, qualquer semana e mês do ano. Seva dado pelo
Guru e realizado para o Guru é uma jóia preciosa
e rara, na estrada da auto-realização. De fato,
o serviço abnegado, Seva dedicado ao Guru, é a
força e a clareza para o Moksha final. Jamais devemos
perder uma oportunidade de realizar Seva para o Guru.
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Sumário
8.
O Guru da natureza
Outro belo aspecto do Guru Purnima é representado pelos
ensinamentos de Sri Dattatreya,
que em Si mesmo é considerado o Guru dos Gurus, e uma
encarnação de Deus em Si mesmo. Dattatreya disse
que Ele tinha 24 Gurus, todas as manifestações
da Natureza. De cada uma criação da natureza,
Ele aprendeu uma lição diferente, abrangendo o
serviço abnegado da colheita dos frutos da árvore
da persistência, bem como das gotas de chuva que furam
a pedra dura.
Deixe-nos, também,
neste dia auspicioso, olharmos para a natureza divina e aprender
com a mãe natureza. Que particularmente é usada
e abusada, deixai que aprendamos com ela suas incontáveis
lições e bênçãos.
Eu oro para que
Deus derrame Suas bênçãos de saúde,
felicidade, paz, prosperidade e erguimento espiritual por sobre
todos vocês.
Com amor e bênçãos,
A serviço
de Deus e a humanidade.
Hari Om Tat Sat
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