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Swami Sivananda

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Swami Sivananda

.: Verdadeira Necessidade de um Guru :.

SOCIEDADE INTERNACIONAL GITA DO BRASIL
SANATANA DHARMA BRASIL
GITA ASHRAMA
90460-000 - Porto Alegre, RS
1997-2006


“Saiba que através de longa reverência, perguntar sincero, e serviço abnegado ao sábio - quem realizou a Verdade -Ele o instruirá n’Aquele conhecimento”. B.Gita, 4.34

O conceito tradicional de Guru é uma pedra preciosa inigualável e maravilhosa no tesouro cultural da Índia. Ele é a nossa mais preciosa propriedade. Por conseguinte, este conceito possui larga extensão de responsabilidades, para a perpetuação segura e irrompível de alguns aspectos da principal herança espiritual da Índia. Esta instituição é o Guru-Parampara (linhagem Guru-discípulo), que vem de geração a geração ao longo dos séculos, e que de perto salvaguardou e passou a experiência vívida dos sábios da era dos Upanisads. Apesar disto, esta sagrada tarefa gerou vicissitudes violentas na história da nação indiana.

O conhecimento espiritual está relacionado com a relação Guru-discípulo. É passado do Guru para o discípulo. Procure estudar o Brihadaranyaka Upanisad, então você terá um entendimento compreensivo sobre isso. Gaudapadacharya transmitiu o autoconhecimento para seu discípulo Govindacharyta. Matsyendranath transmitiu o conhecimento divino para seu discípulo Gorakhnath, Gorakhnath para Nivrittinath, e Nivrittinath para Jñanadev. Totapuri transmitiu o conhecimento para Sri Ramakrsna, e Sri Ramakrsna para Swami Vivekananda. Foi o sábio Ashtavarka quem mudou a vida do Rei Janaka. Foi Gorakhnath quem direcionou o destino espiritual do Raja Bhartrihari. Foi o Senhor Krishna quem instruiu e estabeleceu Arjuna e Uddhava no caminho espiritual, quando a mente deles estava insegura.

Todos os grandes sábios tiveram os mestres deles. Swetaketu aprendeu sobre a natureza de Brahman pelo sábio Uddalaka; Maitreiy do grande vidente Yajñavalkya; Bhrigu de Varuna; Narada Rishi de Sanatkumara; Nachiketas de Yamaraj; Indra de Prajapathi. Muitos outros, humildemente, tiveram seus mestres, observando estrito Brahmacharya; praticando rigorosa disciplina e aprenderam sobre Brahma-Vidya dos seus mestres. Toda a argúcia e ostentação, prepotência e solipsismo, devem ser colocados de lado quando o discípulo se aproxima do Guru. Toda personalidade inteira do aluno deve se apagada se deseja que a sabedoria do Guru o ilumine.

“Para alguém muito elevado, que tem devoção suprema a Deus e igual devoção ao seu Guru, como este sendo Deus, as verdades se iluminam”, diz o Svetasvatara Upanisad

Há um caloroso debate e controvérsia entre as pessoas no assunto pertinente à necessidade de um Guru. Alguns afirmam veementemente, e com força, que um preceptor não é necessário para alcançar a auto-realização, e o avanço espiritual, e que alguém pode ter um progresso espiritual e alcançar a auto-iluminação através de seus próprios esforços apenas. Eles citam várias passagens de algumas escrituras e assinalam com argumentos e raciocínios dando suporte ao que afirmam. Outros, corajosamente, enfatizam, e com veemência, dizem que o progresso espiritual somente é possível para alguém - por mais inteligente que ele seja, e por mais que ele se esforce no caminho espiritual – tão somente ele tenha a Graça e a orientação direta do Preceptor ou Mestre Espiritual ao qual ele se rende.

Agora, abra seus olhos e observe cuidadosamente o que está acontecendo em todas as andanças da vida. Mesmo um cozinheiro precisa de um professor. Ele serve um cozinheiro mais antigo por alguns anos. Ele o obedece implicitamente. Ele agrada ao seu mestre de todos os modos possíveis. Ele aprende todas as técnicas de cozinha. Ele adquire conhecimento através da graça do cozinheiro sênior, seu mestre. Um jovem advogado quer aprender a arte de advogar, então ele pede ajuda a um advogado experiente. Os estudantes de Matemática e de Medicina precisam da ajuda e orientação dos professores. Um estudante de Ciências, Música ou Astronomia, precisa da ajuda de um cientista, de um músico, e não de um astrônomo. Então, esse é o caso do conhecimento secular ordinário, o que falar, então, do caminho espiritual interior, no qual o estudante deve caminhar de olhos fechados!?

Quando você se encontra numa floresta cerrada, você se encontra com várias trilhas que se cruzam. Você fica num dilema. Você não sabe qual caminho e direção seguir. Você fica confuso. Você quer um guia para lhe orientar ao longo do caminho.

É universalmente admitido, que um professor eficiente é necessário em todos os ramos do conhecimento neste plano físico, e que o cultivo cultural físico, mental e moral, podem apenas ocorrer com o auxílio e guia de um mestre capacitado. Esta é uma lei inexorável da natureza. Por que você a nega, amigo? Por que negar esta aplicação somente no campo espiritual?

O caminho espiritual é espinhoso, duro e íngreme. Ele está envolto com escuridão. A orientação de um Guru, que já trilhou o caminho, é imperiosamente necessária. Ele poderá lançar luz no caminho e remover os obstáculos.

O caminho espiritual não é como escrever uma tese de exame de mestrado. A ajuda de um mestre é necessária em todos os momentos. Os jovens aspirantes se consideram auto-suficiente, são arrogantes e agressivos nos dias de hoje. Eles não seguem e nem levam em conta as instruções de um Guru. Eles nem mesmo desejam ter um Guru. Eles desejam ser independentes desde o começo. Eles se equivocam com licenciosidades ou “ter meu próprio caminho ou modo fácil” no que chamam de “liberdade”. Isso é um sério e lamentável erro. É por estas razões que eles não progridem. Eles perdem a fé na eficácia do Sadhana e na existência de Deus. Eles vagueiam de modo irrefletido segundo a própria sorte sem qualquer meta; de Kashmir a Gangotri, e de Gangotri a Ramesvaram, sem rumo; alguns vão até Vichar Sagar, outros vêm de Panchadasi, e posam como Jivanmuktas.

Alguns fazem meditações por alguns anos de forma independente. Depois eles sentem uma aguda necessidade de um Guru porque eles encontram alguns obstáculos no caminho. Eles não sabem como proceder dali para a diante, e como sobrepor os impedimentos ou blocos no caminho. Então eles iniciam a procura por um mestre.

O guru não tem apenas conhecimento dos Vedas e Upanisads, mas deve estar estabelecido no Brahman também. O mero estudo de livros não pode tornar ninguém um Guru. Apenas aquele quem estudou os Vedas e que teve uma instrução direta do Atma, através de uma experiência pessoal interior, pode ser considerado um Guru. Se você encontrar paz na presença de um Mahatma e suas dúvidas forem removidas pela sua presença, você pode escolhe-lo como Guru.

Um Guru é quem tem plena auto-iluminação e quem remove o véu da ignorância no Jiva iludido. Guru, Verdade, Brahman, Iswar, Atma, Deus e OM são todos termos sinônimos. O numero de almas realizadas talvez seja muito menor na Kali-yuga, quando comparado como Satya Yuga, mas elas estão sempre presente para ajudar os aspirantes. Eles estão sempre a procura de aspirantes qualificados.

Nos dias de outrora, aos aspirantes requeria-se um certo número de anos na convivência com o Guru, nos quais deveriam ater-se aos estudos diligentemente. A alimentação durante a prática espiritual, o que e o como praticar, se os estudantes estavam qualificados para o caminho do Yoga, o temperamento do aspirante, bem como outros itens, tinham de ser considerados e julgados pelo Guru. E era o Guru quem deveria decidir em que prática adequava-se o aspirante: principiante, média ou avançada. Ele então prescrevia diferentes tipos de exercícios para cada tipo de aspirante. O Sadhana difere de acordo com a natureza, capacidade e qualificação do aspirante. Após a compreensão da teoria do Yoga, então o aluno deveria aprender a prática ensinada por um Guru Yogi experiente. Tanto quanto este mundo exista também haverá livros sobre Yoga e professores também. Você deverá procurar por Ele com fé, devoção e seriedade. No princípio, você poderá tomar lições iniciantes com o Guru e praticá-las em casa. Na medida em que progride então deverá estar pessoalmente com Ele e aprenderá melhor. O contato pessoal com o Guru possui múltiplas vantagens. Você será muito beneficiado com a aura magnética do seu Guru.

Coloque diante do seu Guru os segredos do seu coração. Quanto mais você o fizer, maior será a simpatia e a ajuda que você terá dele. Esta simpatia significa uma ascensão da força que você adquire com relação às tentações e impurezas.
O Guru, ao seu jeito, testa o discípulo de muitos modos. Alguns estudantes equivocam-se e perdem as suas fés. Por conseguinte, eles não são beneficiados. Aqueles que resistirem firmemente aos testes serão bem sucedidos no final. Os exames periódicos espirituais na universidade dos sábios são muito difíceis, de fato. Nos dias de antigamente os testes eram ainda mais severos.

Certa feita Gorakhnath pediu para alguns dos seus alunos que subissem numa árvore e que pulassem de cabeça por sobre o tridente que levava. Muitos estudantes sem fé ficaram quietos, mas um estudante devotado de pronto subiu velozmente na árvore e pulou. Ele então foi protegido pela mão invisível do Guru Gorakhnath; ele então teve a imediata auto-realização. Este estudante não tinha apego ao seu corpo. Os outros estudantes sem fé tinham forte arrogância e ignorância.

Guru Govinda Singh também testou seus alunos. Certa feita ele disse: “Meus queridos discípulos, se vocês têm verdadeira devoção por mi, então que seis de vocês se aproximem de mim e me dêem as suas cabeças. Então nós teremos sucesso em empreender a guerra”. Apenas dois discípulos plenos de fé ofereceram suas cabeças. Guru Govind Singh levou-os até o campo de batalhas e cortou a cabeças de dois bodes no lugar das cabeças deles.

Certa feita Sankara queria testar a devoção de Seu discípulo Padmapada. O rio Cauvery estava inundado. Sankara estava numa margem do rio e Padmapada na outra. Então Sankara acenou para Padmapada vir até onde Ele estava. Não havia um barco no momento. Padmapada não temeu por sua vida, de vez pulou dentro do rio apesar de não saber nadar. Pela Graça de Sankara, em cada passo que dava na água, uma flor de lótus aparecia e apoiava os pés de Padmapada. Por isso o seu nome, “padmapada”; Padma significa lótus, e Pada, significa Pé.

Alguns, como o Yogi Milarepa, tiveram q servir o mestre arduamente por um longo tempo, enquanto iniciava outros rapidamente. Isso dependia do Sadhana espiritual e da evolução do aspirante. Yogi Milarepa passou por uma série de dificuldades durante o seu serviço ou Guru. Ele teve que realizar atos super-humanos de heroísmo e bravura antes de ele ser iniciado. Os sábios e Rishis de outrora colocavam seus alunos sob severo exame antes de colocá-los diante de Suas confidências. Eles sabiam intuitivamente quando um estudante está pronto ou não para a iniciação. Os neófitos eram encarregados de cuidar do gado, buscar lenha na floresta, lavar as roupas do Guru, e outras tarefas domésticas subalternas, consideradas humilhantes pelos aspirantes dos dias de hoje. Para aspirantes como Svetaketu, Indra, Satyakama, e outros, cada ato era um ato de Yoga ou adoração ao Guru e não tinha nada de humilhante. Eles dedicavam tudo ao mestre deles sem motivos egoístas. Portanto, eles alcançaram a purificação do coração rapidamente. Eles estudaram e dominaram os Vedas e finalmente adquiriam o conhecimento do Ser Supremo.

Sri Gaumana escolheu quatrocentas vacas magras e fracas para que seu discípulo Satyakarna Jabala cuidasse delas. Ele disse para Satyakarna não retornar antes de o número do gado alcançar mil. Satyakarna viveu na floresta por um longo tempo. Poucos dias antes de partir para retornar a casa do seu mestre, Vayu, Agni e Surya Devas instruíram-no sobre o conhecimento do Brahman. Gautama ficou atônito em ver o esplendoroso brilho Brahminico na face de Satyakarna.

Ashtavakra iniciou o rei Janaka num piscar de olhos. Os Devas iniciaram Khatvanga em Mathura. Alguns iniciaram seus alunos por uma simples piscadela. Sri Sankara inspirou Totaka pelo simples poder do toque. Portanto, tudo depende da capacidade, habilidade, e pureza para que o aspirante receba a Graça Divina, a qual irá elevá-lo ao reino exaltado na alegria e bem-aventurança Supremas.

Os aspirantes devem estar sempre vigilantes para receberem instruções espirituais, seja de qualquer que seja a origem. Aquele que ajuda outro na remoção das suas dúvidas é um guia. Mas aquele que apressa o progresso espiritual do aspirante, e nele revigora o interesse pelo progresso espiritual é o verdadeiro Sadguru.

Apenas observe como Dattatreya alcançou o conhecimento do Ser, mesmo de seres irracionais. O aspirante, antes de desejar a Graça do mestre, deverá observá-lO. O fornecimento da Graça Divina virá apenas quando houver uma verdadeira sede no aspirante, quando ele então estiver pronto para recebê-lA.

O Guru irá descobrir, através de um estudo próximo ao aspirante, seus gostos, temperamentos e capacidade, e então decidirá qual é o melhor caminho para seguir. Se o coração do aspirante é impuro, o mestre irá prescrever serviço abnegado por certo número de anos. Então o Guru descobrirá o melhor caminho em cada caso particular do aluno e dará a iniciação no devido tempo.

Um Bhakta será iniciado por um santo Bhakta no caminho da devoção. Um Jñani será iniciado com Jñani de Vedanta nos Mahavakyas. Um Hatha Yogi ou um Raja Yogi pode ser iniciado por um outro caminho em particular. Mas um sábio de realização perfeita, um plenamente realizado Jñani ou um perfeito Yogi, pode dar a iniciação em qualquer caminho particular. Um sábio como Sri Sankara ou Madhusudhana Saraswati podiam iniciar um aspirante em qualquer caminho que particularmente estivessem sintonizados.

Se um aspirante se aproxima de um santo Bhakta que deseja seguir o caminho do conhecimento, este irá indicar a ele um Guru adequado para a iniciação, porque o santo Bhakta talvez não possua realização de unidade do Vedanta. Mas um Jñani pode iniciar um aspirante no caminho de Bhakti também, porque ele realizou o fruto da adoração Saguna, no atual ou no nascimento anterior.

É muito difícil saber qual Yoga em particular o Guru alcançou a perfeição, a não ser que Ele mesmo revele isso ao aspirante devido a sua compaixão. Nenhum aspirante deverá ter a ousadia de colocar esta questão para seu Guru a não ser que queira ser considerado impertinente. Exceto no caso de aspirantes avançados, a iniciação é dada depois de um longo e paciente serviço devocional ao preceptor. Tanto o Guru como o aspirante devem estar bem sintonizados com a natureza de um e outro. O aluno deverá ter a habilidade de saber a fundo os ideais e princípios do seu Guru, e o Guru deverá ter a habilidade de captar os erros e imperfeições no aluno. Ao Guru deverá ser-lhe permitido fazer um completo estudo da natureza interior do discípulo. O aluno deverá relatar para o Guru todas as suas fraquezas e deficiências.

Ele deverá deixar-se ser testado pelo seu Guru no crisol dos sofrimentos numa variedade de modos, onde o Guru possa ter plena confiança nele.

O discípulo, também, deverá ficar próximo com o Guru durante o seu serviço e tentar embeber-se com as boas qualidades do Guru. O discípulo jamais deverá procurar falhar no Guru em pensamentos, palavras e obras. Se a natureza de encontrar falhas for forte no discípulo, então ele não poderá beneficiar-se com qualquer coisa do preceptor espiritual, e o seu progresso espiritual irá estagnar-se. Primeiramente, o estudante deverá admitir suas fraquezas diante do Guru. Ele deverá postar diante do Guru todas as suas dificuldades, então, apenas desta maneira, o mestre será capaz de remover as armadilhas e ciladas através de meios eficientes e potentes.

O aluno e o mestre deverão viver juntos como um pai e seu filho devotado, e com extrema devoção e sinceridade. O aluno deverá ter uma ávida e receptiva atitude para embeber-se nos ensinamentos do mestre. Apenas desta forma o discípulo será beneficiado. De outro modo, não há a mínima esperança de uma vida espiritual para o aspirante, nem uma verdadeira chance de uma mudança completa na sua velha e diabólica natureza.

É uma grande lástima que o atual sistema de educação no mundo não é favorável ao crescimento espiritual dos aspirantes. As mentes dos estudantes está saturada com venenos materialistas. Os aspirantes dos dias de hoje não possuem qualquer idéia de um verdadeiro relacionamento entre Guru e discípulo, porque não é como um relacionamento entre aluno e professores numa escola comum. O relacionamento espiritual é inteiramente diferente. Ele envolve dedicação; é muito sagrado, e é puramente divino.

Ó buscadores da Verdade! É imperativo que você deva reconhecer as profundas implicações de uma vida dedicada a causa da Verdade, a causa da realização em Deus, e procurar a proteção do Guru se você pretende ter um verdadeiro sucesso no seu Sadhana espiritual. Abandone os preconceitos, noções errôneas de auto-suficiência e orgulho intelectual. Purifique o seu coração. Seja simples e sincero. Um correto discernimento, total desapego das cosias mundanas, autocontrole, tranqüilidade da mente, e um forte desejo de liberação são os pré-requisitos para um estudo diante do Mestre Espiritual. Com estas qualificações, o buscador reverente procurará um preceptor, e este o banhará com bênçãos do conhecimento salvador.

Abandone as noções ilusórias de que submeter-se ao preceptor, obedecê-lo e levar adiante as suas instruções é escravagismo mental. Uma pessoa ignorante pensa que está abaixo da sua dignidade e contra a sua liberdade o fato de submeter-se aos comandos de outro. Isso é uma grave asneira. Se você refletir cuidadosamente, você verá que a sua liberdade individual está na realidade sob escravismo absoluto do seu próprio ego e vaidade. Ela não é nada mais do que caprichos da sua mente sensual. Aquele quem alcança a vitória sobre a mente e o ego é de verdadeiramente uma pessoa livre. Ele é um herói. É para atingir esta vitória que uma pessoa se submete à personalidade espiritualizada mais elevada do Guru. Por esta submissão ele derrota o ego inferior, e percebe as felicidades da Consciência Infinita.

Tenha uma férrea determinação em realizar o Ser Supremo Divino. Conheça-O através da Graça do seu Guru. Inicie seus esforços na direção correta. Sim, faça isso agora!

Hari Hara Om Tat Sat


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