CULTURA
RELIGIOSA
.:
O nome "Jesus" :.
SRI
SWAMI KRSNAPRIYANANDA SARASWATI
SANATANA DHARMA BRASIL
GITA ASHRAMA
Departamento de Ensino Religiosa da
SANATANA DHARMA BRASIL
2006

"Se,
pois, eu não souber o sentido da voz,
serei estrangeiro para aquele que fala,
e o que fala será estrangeiro para mim"
(I Co. 14.11).
Sumário
1.
Fé e história
2. Étimo-filologia:
Judeu ou Juiz?
3
Yudah?
4.
A César do que é de César
5.
Ave Caesar
6.
A jacota romana
7.
Como chamavam os romanos
8.
Mashah
9.
Histórias semelhantes
9.
Histórias
semelhantes
Redenção
e Crucificação: Antes da mitologia
de cristo, vários outros povos já tinham no seus mitos
redentores e salvadores que morreram para nos salvar.
Provavelmente foi dai que saiu o romance da redenção
e morte de Cristo. De fato, o mito não foi criado
num momento único. Há diversos fatores que
contribuíram para isso. Primeiro, deve-se ao fato
de que o texto que primeiramente fez mênçao
ao "messias" foi escrito cerca de 90 anos depois
da sua suposta morte; segundo, ao longo dos milênios
as necessidades e mesmo as circunstâncias sociais
e culturais foram se modificando. Sabe-se que o ingresso
dos romanos na fé do nazareno, provocou prondundas
mudanças e uma sistematização que
antes não se encontrava por entre os primitivos
cristãos. As conquistas históricas, as viajens
de Marco Polo, Alexandre Magno, bem como o comércio
com os árabes, indianos, gregos, etc., foi aos
poucos dando um colorido e um sentido histórico
até então não encontrado nos escritos
clássicos. Há um conjunto interessante de
aspectos comuns entre os mitos de antigas religiões
e a mitologia cristã - mas que não se resume
apenas nisso - que pode nos dar algumas pistas sobre a
riqueza do conteúdo, ou pelo menos nos apontar
caminhos para um exegese (veja
mais detalhes).
NOTAS:
* Filosofia da Ciência, p. 11
**"Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe,
desposada com José, antes de se ajuntarem (conúbio sexual), ela
se achou ter concebido do Espírito Santo" (Mateus, 1.18).
NOTA: Cf. CRETELLA, p. 53., e, também, GIRARDI: Tito
Lívio, em Ad Aen, III.268, já definia a "fas" da
seguinte forma: Majorum haec erat consuentudo ut rex esset etiam sacerdos
et Potifex. Ou seja, em se tratando de decisões de decisões,
o sacerdote é o mais importante ou pontífice. Por tradição, "O
Fas, como direito divino, brotava dos deuses, enquanto que o Jus era de fonte
humana". (Cf. GIRARDI, Curso Elementar de Dir. Romano,
p.9).
Referências
bibliográficas
ALVES,
Rubem. Filosofia da Ciência.
Introdução ao jogo e suas regras. 14a ed.,
São Paulo, Brasiliense, 1991.
CRETELLA
Junior, J. Curso de Direito Romano.
22aed., São Paulo, Forense, 1999.
GIRARDI,
Leopoldo Justino. Curso Elementar de Direito
Romano. 3aed., Porto Alegre, Acadêmica, 1997
WHEATCROFT,
Andrew. Infiéis. O conflito
entre a cristantade e o Islã. Rio de Janeiro, Imago,
2004.
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