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CULTURA RELIGIOSA

.: Ensaios para uma Antropologia Religiosa :.
Revisando e entendendo conceitos

SRI SWAMI KRSNAPRIYANANDA SARASWATI

SOCIEDADE INTERNACIONAL GITA DO BRASIL
SANATANA DHARMA BRASIL
GITA ASHRAMA
Departamento de Ensino Religioso

Porto Alegre, RS
1997-2006

“Quando dizemos 'nosso mundo', dizemos a forma como vivemos nossa linguagem”.
Swami Krishnapriyananda

Sumário
1. Reencarnação
2. Samsara
3. Vidas passadas
4. O que quer dizer "veda"?
5.
O que significa "pagão"?
6. Mithra e o Sanatana Dharma
7. Cultos de Mithra
8. Mitraísmo e o Cristianismo
9. Krishna e o Cristianismo
10. Referências bibliográficas


Revisando e entendendo conceitos

"Existe uma chave para a liberdade: Pense!
Se quiseres ser um cordeiro, seja feita a tua vontade.
Não reclames, entretanto, quando fores servido em nosso grande Sabbath!"

(Dito pagão, do século XX)

6. Mithra e o Sanatana Dharma
Mithra sacrifica o Touro que dá vidaNão se sabe a época exata do surgimento do culto a Mithra. Na realidade, este culto originou uma importante religião que foi se formando ao longo dos milênios e esteve presente entre os Babilônios, Persas, Índia, e toda a Europa. Se sabe que o culto a Mithra ou Mitraísmo teve origem entre os semitas, e se espalhou pelo mundo todo, indo da Ásia Menor até os mais íntimos recantos da Europa. Sabe-se que foram os Persas que levaram o culto de Mithra para os habitantes do vale do Indu. Durante muito tempo, a cultura da Pérsia e da Índia estiveram unidas, de modo que o nome de Mithra aparece muitas vezes nos hinos dos Vedas, e em muitos outros escritos posteriores. Igualmente, encontramos referências à Mithra no Avezta. Sabemos hoje que Mithra foi uma proeminente forma de adoração ao Supremo que esteve presente na cultura Airyana ou Aryana, estando muitas vezes associado com Varuna, e cinco outros Adityas que são citados nos Vedas. Mithra Ahura, e seus atributos, Amshaspands, são atributos divinos de Ahura Mazda divididos em duas partes de três, sendo as primeiras relacionados a Satya ou Verdade Suprema, a saber: Vohu-man ou Bahman (depois, Brahman); Asha-vashistha, e Kshathra-Varyia. Spenta-Armaiti, Haurvata, e Ameretat, são as reflexões da trindade feminina no mundo mental, e que posteriormente serão unidos a Trimurti de Brahma, Vishnu e Siva. Esses seis aspectos são considerados “máximas” do Supremo, e podem ser resumidos como totalidades ou qualidades supremas, a saber: toda a beleza, toda a justiça, toda a força, toda bondade, toda a verdade, e toda potência.

O culto a Mithra chegou até a Europa, principalmente a Roma, trazido pelos soldados romanos na decadência do Império. Ele influenciou os filósofos estóicos, por conter mistérios e estar afastado dos conceitos religiosos vulgares. Os principais difusores da nova religião foram os Flávios, e se espalhou na época dos Antoninos e Severos. Sob o governo de Aureliano (270-275), tornou-se a religião oficial de Roma, e então o culto ao Sol foi oficializado na total identificação com Mithra. Uma herança deste período é encontrada em inúmeras inscrições com o dito latino “sol invitus Mithras” (Mithra é o sol invicto). É dito que Docleciano (284-305), epigrafou na dedicatória de Carnunto, na Panonia (um antigo centro do culto Mitraísta), os dizeres: “Fautor imperii sui... Mithras invictus deos sol omnipotens”, “Mithra, o construtor do império de Docleciano, é o Deus sol onipotente”.

É fato que o Mitraismo influenciou toda a Europa, e originou uma série de sincretismos entre a mitologia grega, etc., e a forma Oriental de Mithra. A principal característica do Mitraísmo era a sua forma iniciática e secreta, tendo o neófito que passar por pelo menos sete graus ou estados, cada um deles estando ligado à qualidades específicas, a saber: corax ou corous (corvo); nymphus ou cryphus (ninfo ou oculto); miles (soldado ou combatente); leo (leão); Perses (persa); heliodromus (mensageiro do Sol); Pater (pai ou diretor espiritual da família). Cada um destes estágios possuía sua roupa adequada, símbolos e indicadores específicos.

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